sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

O Caminho de Santiago (segunda parte)

André Leonardo, um jovem empreendedor, viajante e autor português fez o “Camino de Santiago”, neste caso o percurso francês.


“Já terminei o Caminho de Santiago. Foi uma experiência muito dura fisicamente mas muito bom para a mente e alma.”
Clicar aqui para a segunda parte destes dias pelo Caminho de Santiago (caminho francês).


segunda-feira, 21 de novembro de 2016

O Caminho de Santiago, por André Leonardo

O André Leonardo, um jovem empreendedor, viajante e autor português encontra-se a fazer o “Camino de Santiago”, neste caso o percurso francês.  Já podem acompanhar no seu Site pessoal esta nova aventura:

“Irei fazer o Caminho de Santiago. Uma viagem de introspecção e de “lavagem” da alma. Como viajante que sou sinto necessidade de, por vezes, parar e preparar os próximos passos. Começando na próxima sexta-feira, dia 11 de Novembro, irei partir para este mítico caminho à procura de mais energia e inspiração. Começa uma nova jornada que poderão acompanhar nas próximas semanas.”

André





Qualquer um de nós pode "Fazer Acontecer". A MultiWay também te pode ajudar, se é esse o caminho que queres percorrer.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Halloween nos Estados Unidos

O Halloween nos States é mesmo a sério! vejam só o que a Ana, que está a fazer o nosso Programa de Ano Académico, tem para contar:

"Olá Portugal!! Sobrevivi aos primeiros dois meses em território americano e ao primeiro Halloween!

Eu sei que em Portugal a tradição do Halloween está a aumentar mas não tem noção do que é o Halloween aqui! Primeiro, mal entras na grocery store há doces por todo o lado! Reese's, Hershey's, todos os tipos de candy que podes imaginar! Todas as casas tem abóboras a enfeitar e algumas levam a decoração mais a sério têm teias de aranha por todo o lado e ossos nos quintais!


 No meu neighborhood existe uma tradição chamada BOO-ing. Compramos doces e depois vamos a várias casas, tocamos à campainha e fugimos mas deixamos doces na porta, depois essas pessoas têm de fazer o mesmo a outras casas! Outra experiência que tive foi carving pumpkins, é mais difícil do que parece mais foi super divertido!!!

Dia 31 fui com os meus host brothers trick or treating, é mesmo como nos filmes, imensos miúdos nas ruas mascarados com sacos enormes de candy! Este Halloween é uma das experiência que não vou esquecer neste ano incrível que estou a ter! Toda a gente aqui é mega simpática e estão sempre prontos para ajudar! 

Obrigada multiway por promoverem este programa incrível que vai para sempre ficar marcado em mim! Beijinhos!!!"

Ana

terça-feira, 20 de setembro de 2016

O bichinho de viajar


A Filipa Ferreira Já fez connosco o programa AuPair e depois desse ano fantástico, nunca mais parou… atualmente ela tem uma associação “Mundo inseparável” com programas de intercâmbio e voluntariado.
Não deixes de ler a crónica da Filipa no Blog Oficial do "Gap Year Portugal" sobre como surgiu o “bichinho” de viajar e o quanto é fundamental para te fazer crescer e superar desafios!





quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Curso de Inglês em casa do professor (Home Tuition)

O Hélder Gonçalves fez um Curso de Inglês em casa do professor (Home Tuition) em Londres. Esteve 4 semanas a estudar e alojado em casa do professor e  da sua família.   Veio  bastante satisfeito com o curso e a estadia. Deixou-nos algumas palavras:


“…correu tudo muito bem. O curso foi muito interessante e o professor proporcionou-me bastantes atividades além do período letivo acordado.

Fizemos visitas frequentes a locais que eu tinha selecionado para visitar em Londres, em especial museus. Estas visitas ocorreram nas tardes dos dias de semana e durante os fins-de-semana em que o professor e a esposa me acompanhavam nas visitas. Além de Londres visitámos a zona de vinhas de Dorking e a cidade de Brighton.

Gostava que apresentassem em meu nome aos responsáveis do curso o meu louvor pelo profissionalismo do professor e a forma com que ele e a família me fizeram sentir em casa.”



No programa Inglês em Casa do Professor (Home Tuition), é possível escolher o professor com que se quer ter aulas de acordo com uma lista de perfis e cvs consultados previamente.

Para além de Londres, temos  professores em todas as partes do Reino Unido e da Irlanda, como em Oxford, Cambridge, Brighton, Escócia e Dublin.

Os nossos cursos em Casa do professor (Home Tuition) oferecem cursos intensivos individuais e ou em pequenos grupos de 2 ou 3. É uma oportunidade única de viver e aprender a língua em casa de um professor profissional, beneficiando de aulas de inglês adaptadas às suas necessidades. As aulas são dadas num ambiente confortável e descontraído. Se pretender fazer um progresso rápido e começar a dominar o Inglês, este é o programa ideal!

Clicar aqui para mais detalhas do programa Home Tuition no site da MultiWay.

Projeto Social em Cabo Verde com o patrocínio da MultiWay (Continuação)

Estamos a contactar novamente para dar mais algumas informações relativamente ao trabalho que estamos a desenvolver aqui, na Ilha Brava.

            Acabámos há duas semanas atrás o trabalho com as crianças, o qual teve um balanço bastante positivo. Das crianças com quem trabalhámos, selecionámos algumas através da sua pontualidade, assiduidade, empenho, vontade de aprender e participar nas atividades e tolerância às diferenças. 

Hoje foi o 1º dia da 3ª semana de trabalho com os idosos e temos notado, no decorrer destas duas semanas que a presença das crianças tem sido fundamental para incentivar os mais velhos a participar nas atividades desenvolvidas. Como já referimos anteriormente, os idosos com quem trabalhamos são maioritariamente deficientes físicos (e/ou mentais) e como tal há que ter cuidados especiais (daí termos trabalhado primeiro com as crianças, também para as preparar) e exercícios mais específicos, para que todos possam acompanhar. Como decidimos escolher apenas crianças mais velhas, alguns exercícios tornam-se um pouco básicos e fáceis demais para elas, visto que elas já levam quatro semanas de trabalho a mais. No entanto, as mesmas têm sido bastante acessíveis e ajudam os idosos e deficientes naquilo que conseguem. 

Os exercícios artísticos que temos desenvolvido nesta fase de trabalho são ligeiramente diferentes. Enquanto na 1ª fase tínhamos mais o objetivo de despertar nas crianças o interesse pelas artes, de modo que elas próprias à medida que vão crescendo se interessem e promovam as artes numa ilha onde as mesmas não florescem, nesta 2ª fase, devido à natureza dos problemas que os idosos/deficientes têm, percebemos que fazia mais sentido "utilizar" as artes para ajudar estas pessoas a ser mais independentes e sensíveis aos estímulos do dia-a-dia.
            
Também nos temos deslocado a várias localidades mais remotas para desenvolver os Laboratórios Creativ com crianças, os quais têm sido um sucesso. Um sítio onde as atividades correram lindamente foi em Fajã d'Água. Tanto mais que decidimos passar o fim-de-semana nessa localidade e fizemos uma sessão de cinema para a pequena comunidade de cerca de 80 pessoas. A aderência foi incrível e falámos com uma senhora holandesa, muito simpática, que mora na Brava à 4 anos e nos deu alojamento no fim-de-semana, e ela ficou de organizar já a partir do próximo mês sessões de cinema mensais, com filmes que lhe deixámos.
            
No próximo fim-de-semana irá decorrer, em princípio, o concurso "Brava Talentos". O objetivo do concurso é estimular o aparecimento de novos talentos nos domínios cultural e artístico, e apresentá-los à ilha. Queremos dinamizar a ilha, fomentar o gosto pelas atividades culturais e contribuir para a formação de cidadãos criativos e interventivos. As inscrições acabam hoje e temos 15 inscritos. Para garantir o prémio de 50 euros, necessitamos de 20 inscrições, que paguem o mesmo. Já gastámos muito dinheiro e tempo na divulgação do mesmo e por isso, estamos a tentar arranjar patrocínios que nos ajudem a pagar o valor do prémio, no caso de não chegarmos às 20 inscrições. Como as eleições aqui na Brava foram ontem e como já tínhamos falado com uma senhora de um dos partidos, que nos garantiu esse valor, vamos ver se sempre está interessada em patrocinar o concurso. Estamos a investir muito nisto por isso vamos fazer os possíveis e impossíveis para conseguir ir com o concurso para a frente. Caso consigamos, iremos também falar na rádio local para convidar todas as pessoas na ilha a assistir.

Por agora é tudo! Quando terminarmos o nosso trabalho por cá daremos mais informações!

Para seguirem e apoiarem este Projeto acedam a:



sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Projecto Social no Cambodja com o apoio da MultiWay

Healthcare in Cambodia,

A Inês Pinto e a Joana Pereira elaboraram um dos projectos vencedores do concurso ImpACTO 2016, promovido pela Associação Gap Year Portugal. Os vencedores teriam direito a apoios financeiros por parte de uma lista de empresas, denominada "Social Angels", das quais a MultiWay fez parte.

O projecto já decorre e a Inês e a Joana já se encontram no terreno a trabalhar. E são estas as primeiras palavras que nos escrevem:


Boa tarde caríssimos Social Angels,

Antes de mais, queríamos pedir imensa desculpa por darmos notícias tão tardias mas as últimas semanas das nossas vidas têm sido um turbilhão, daqueles que valem muito a pena.


Durante todo o percurso do nosso projeto temos sentido muitas coisas diferentes, incluindo algumas dificuldades mas até ao momento temos muitas vitórias para compartilhar.
Fomos muito bem recebidas aqui em Siem Reap e, embora não tenha sido fácil conquistar a confiança das pessoas, neste momento estamos felizes por dizer que nos sentimos como se estivéssemos em casa!

Temos cada vez mais pessoas a assistir às nossas aulas, cada vez mais pessoas a utilizar aquilo que aprendem connosco e cada vez mais pessoas a pedir a nossa ajuda no que diz respeito a cuidados médicos.

Após uma semana de trabalho apercebemo-nos que a situação no que diz respeito a conhecimentos sobre cuidados básicos de saúde estava ainda pior do que aquilo que estávamos à espera e, por isso, decidimos alterar um pouco o nosso plano, como aumentar o número de visitas às aldeias e o tempo que despendemos a formar o staff das associações. 


No que diz respeito às aulas, uma outra associação, que acolhe cerca de 40 crianças, pediu a nossa ajuda e por isso decidimos estender o número de aulas por semana, para que possamos também trabalhar com eles. E, visto que eles irão mudar de casa nos próximos tempos, cada um dos miúdos vai ter a sua própria rede mosquiteira. 

As aulas com o staff estão a correr igualmente muito bem, eles têm-se mostrado muitos interessados e empenhados em aprender. Além disso, uma das enfermeiras que já não está na área há alguns anos e por isso está a ter formação connosco irá, num futuro próximo, criar a sua própria ONG para prestar cuidados médicos nas mesmas aldeias com que estamos a trabalhar, o que nos deixa muito orgulhosas e realizadas.

Outra das novidades é que fomos contactadas por uma pessoa que, ao tomar conhecimento do nosso projeto se apercebeu de tudo o que ainda há por fazer aqui, se mostrou interessada em ajudar e irá contribuir para que este projeto cresça ainda mais, junto da população de Siem Reap.

Tivemos algumas dificuldades no nosso contacto com a cruz vermelha, sendo que, por motivos internos, só nos responderam ao último e-mail quando já estávamos em Siem Reap. Desta forma foi-nos impossível trazer todo o material que tínhamos, incluindo os livros, mas a nossa prioridade quando regressarmos a Portugal será enviar os livros e o restante material para cá e já encontramos pessoas para os distribuir de forma a cumprirem o seu objetivo e serem úteis para a população, que já se encontra muito mais alerta para a sua saúde.

Como já estávamos à espera, a diferença na língua e cultura do país tem sido uma das nossas principais barreiras. No entanto, depois deste tempo cá, estamos orgulhosas de partilhar que já conseguimos comunicar o essencial! E quando não o conseguimos fazer, temos o staff que nos acompanha sempre que é uma preciosa ajuda nessa tarefa. 



A medicina tradicional tem sido, sem dúvida, uma mais valia por aqui. Foi esta a maneira que encontramos de conseguir conjugar a cultura e as condições económicas da população, com os cuidados de saúde e temos tido óptimos resultados já que a adesão aos tratamentos é cada vez maior. É por aqui é muito importante que isto se verifique já que temos detetado uma grande incidência de doenças contagiosas.

A nossa ideia para a plataforma de telemedicina já está a ser testada. No entanto, e para já, temos sido nós a comunicar com alguns médicos nossos colegas, mas tem sido uma ajuda enorme e uma mais-valia nos casos mais complicados que nos vão aparecendo.

De todos os casos que vimos aqui, há dois que nos marcaram bastante e que gostávamos de partilhar convosco.
Na nossa segunda semana cá, numa das visitas às aldeias, encontrámos um menino de 7 anos com uma infecção fúngica no couro cabeludo que se estendia há mais de 8 meses. A mãe disse-nos que já tinha levado o filho ao hospital mas nada tinha sido feito para travar o progresso da doença e o menino apresentava-se muito prostrado e em grande sofrimento. 
Recorremos ao contacto com os médicos em Portugal para confirmar o que podia ser feito, tivemos de procurar em quase todas as farmácias para encontrar os medicamentos adequados e hoje o menino está óptimo! O tratamento resultou! Brinca, salta, corre e faz questão de ir ter connosco cada vez que visitamos a aldeia dele, extremamente feliz porque o conseguimos ajudar!



O outro caso é muito mais complicado. Pediram-nos, esta última terça-feira, para ir a uma vila a cerca de 30 minutos do centro de Siem Reap para ver um homem de 30 anos que tinha tido um acidente de mota quatro dias antes. Após o acidente, ele deslocou-se a um hospital daqui, onde lhe fizeram uma sutura no pé que estava em muito mau estado. Mas a ferida nem sequer foi limpa, os pontos foram muito mal dados e não foi realizado qualquer tipo de curativo. Passados quatro dias, o pé estava com uma feridas abertas, com um edema acentuado e com a pele extremamente danificada. Após falarmos com um médico em Portugal, foi-nos dito que a única coisa que podia ser feita neste ponto era limpeza do pé e curativos todos os dias e esperar que o pé não tivesse de ser amputado. Isto porque o senhor vive em péssimas condições, o que aumenta exponencialmente a hipótese de infecções.
Neste momento, quatro dias depois do primeiro curativo, a recuperação começa a ser notória, temos conseguido evitar uma infecção e drenar bem as feridas e por isso estamos cheias de esperança que tudo irá correr pelo melhor. 
A nossa intenção é levar a enfermeira que tem tido formação connosco para que ela possa aprender o que deve ser feito, já que um caso destes exige um tempo prolongado de atuação e poderá eventualmente ultrapassar a nossa estadia aqui. 

Temos feito publicações na nossa página do facebook - Healthcare in Cambodia-, não com tantas fotos e vídeos como gostaríamos, mas tentamos manter sempre a privacidade das pessoas com quem trabalhamos, principalmente das crianças, sendo que na maior parte das associações é proibido tirar fotos e em alguns momentos abrem-nos excepções.
De uma forma geral temos tido uma grande adesão em todas as atividades e estamos, neste momento, a conseguir causar impacto na vida de cerca de 1300 pessoas!


Pedimos imensa desculpa por nos termos alongado tanto mas queríamos que ficassem a conhecer detalhadamente o que tem sido o Healthcare in Cambodia.

Queremos, mais uma vez, agradecer todo o vosso apoio e a confiança que depositaram em nós. Estamos disponíveis para qualquer tipo de esclarecimento que necessitem é muito agradecidas por esta oportunidade fantástica!

Atenciosamente,
Inês Pinto e Joana Pereira 

Healthcare in Cambodia