segunda-feira, 19 de junho de 2017

Um ano de pura felicidade nos Estados Unidos - Au Pair

Mais um artigo sobre a MultiWay no blog da Gap Year Portugal.

Desta vez, entrevista à nossa Ex-Au Pair Carlota Napierala!

“Foi uma experiência magnífica tanto a nível pessoal como profissional e nunca me esquecerei de todos os momentos que me foram proporcionados. Desde o momento que acabei o secundário, não conseguia parar de pensar na minha ida para os Estados Unidos da América. Passei o verão inteiro a trabalhar como baby-sitter e duas semanas foi o tempo que tive para estar com a família e amigos antes de partir para esta aventura.”

Para leres a entrevista na íntegra, clica aqui.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

A Tua Experiência no Estrangeiro

A “Mais Educativa”, durante a passada Feira Futurália, fez uma visita ao stand da MultiWay onde entrevistou duas estudantes que fizeram programas diferentes no estrangeiro (neste caso ambos nos EUA): A Ana Santos fez um ano académico no Iowa e a Carlota Napierala que fez um programa Au Pair (cuidar de crianças) na Virgínia.
Leiam as estrevistas no site da “Mais Educativa” e para mais informações sobre estes ou outros programas no estrangeiro enviem-nos um email:

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Reportagem FORUM ESTUDANTE da MultiWay na Futurália 2017

COmo acontece todos os anos, a MultiWay esteve presente na Futurália e a Forum Estudante fez-nos uma visita ao nosso stand e publicou uma reportagem:

Um espaço para ajudar os jovens "a descobrir do que são capazes"
No stand da Multiway, na Futurália, os visitantes podem ficar a conhecer diversas opções para estudar no estrangeiro. Para o Diretor da Multiway, António Valadas, uma experiência multicultural é fundamental para que um jovem passa "sair da zona de conforto, ser posto à prova e descobrir do que é capaz".

O espaço da Multiway está dividido em vários balcões de atendimento. Em cada um, o visitante pode obter informação especializada sobre um dos programas. Cursos de línguas no estrangeiro, programas de estágio, au pair ou de ano académico são apenas alguns dos exemplos. "Oferecemos um leque muito variado de opções", explica António Valadas.

Para o diretor da Multiway, a "oferta principal" é o Curso Académico - modalidade que consiste num ano de estudos, ao nível do Ensino Secundário, nos Estados Unidos da América. Muitas vezes, acrescenta, as principais dúvidas dos estudantes prendem-se com a autorização dos pais. Independentemente das reticências dos encarregados de educação, à partida, depois de os filhos participarem nos programas, os mesmos "acabam por recomendar a toda a gente".

Em comum, as ofertas da Multiway possibilitam "experiências interculturais de média ou longa duração", salienta António Valadas que acrescenta: "isso é uma enorme mais-valia para o mercado de trabalho atual, ao permitir adquirir competências transversais - a licenciatura é apenas o primeiro passo".

Ao longo dos últimos anos, o diretor da Multiway tem denotado uma mudança na mentalidade dos jovens. "Há uma maior consciência do que é o mercado de trabalho", destaca. Da mesma forma, António Valadas espera que os jovens procurem, cada vez mais, as experiências desafiantes. "Os jovens têm de sair da zona de conforto para serem postos à prova e descobrir do que são capazes", conclui.

Um obrigado à Forum Estudante pela visita e reportagem!

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Curso de Inglês em Oxford - testemunho

Marisa Rocha, professora de Inglês, ganhou no passado o Concurso realizado pela APPI (Associação Portuguesa de Professores de Inglês) e a MultiWay  e  por isso recebeu uma bolsa de uma semana de Curso de Inglês  alojamento e viagem em Oxford. Deixamos nas linhas abaixo oseu testemunho:

"As soon as I found out about a contest promoted by Multiway and APPI, I decided to grab the challenge. After all, the topic – 21st Century Skills in E.L.T. - was both important and familiar. Winning the prize was extremely uplifting and I started dreaming about my trip to Oxford straight away!

All the little doubts that had nagged me for some time before my departure quickly died out when I was picked up at Gatwick airport: flying unaccompanied for the first time was not that bad, the taxi driver was already there for me and we had a lively chat all the way to Oxford and the sun was shining.

When I got to my host family’s home I was welcomed with open arms by my 3 colleagues who came from Hungary, Bulgaria and Poland. Now I was just another foreign teacher and I felt like I really had to represent my country as well as I could.

The next day it was time to go to Lake School and start the course. Walking briskly towards the city along with all the little kids and teenagers who were heading to their schools made me feel like a proper student! In my class there were students from Finland, Sweden, Hungary, Slovakia, Poland and of course, Portugal – all women! It didn’t take me long to realise how nice and friendly my class was. The same applies to our teacher who was energetic, well-organized, and sociable and had a great sense of humour.

Throughout the week we had twenty-one hours of lessons in which we covered a wide range of topics, such as stereotypes, regionalism, everyday expressions, new words, Multiculturalism, collocations, phrasal verbs and idioms, the British educational system, to name but a few. We also had four hours of guided tours of Oxford.

Oxford is beautifully concentrated, so everywhere you look you are sure to see mesmerising beauty! And there is always so much going on – literature, art, music, history, the lot! I used all the little free time I had making sure I would complete my “Places to Visit & Things to Do” list. I started with a quick visit to Saint Giles Fair, right at the heart of the City – lots of crazy rides, candy-floss, multicultural food stalls, loud music and loads of noisy teenagers. So, not different from anywhere else in the world!

After something like that, only a trip to a nice pub would do the trick, and there are so many outstanding ones around! The Eagle and Child, for example, is filled with history. In fact, that is where the literary group “The Inklings”, of whom the most famous were Tolkien (Lord of the Rings, The Hobbit) and C.S. Lewis (Chronicles of Narnia, Lion Witch & Wardrobe) met, ate and drank and exchanged ideas. There is also The Turf Tavern, a historic and mysterious pub from the 13th century, where lots of University students meet and where apparently Bill Clinton was seen in his early days inhaling illegal substances! The Turf is also well-known because of a former Australian Prime Minister who drank a yard glass of beer in 11 seconds, setting a Guinness World Record there. But there are many other pubs full of character and packed with stories and tales – The Lamb & Flag which appeared frequently in the popular detective series Inspector Morse; the Bear which is claimed to be the oldest pub in Oxford; The Checkers and its typical decoration, comfy sofas and excellent food; The Crown, which used to be visited by Shakespeare when he stopped in Oxford on his way to London.

The weather was on my side all week, so walking around all the tiny alleys and back roads was a priority. I wanted to see everything – the magnificent buildings, the superb colleges with their incredibly beautiful gardens, the libraries and museums, the typical shops and restaurants, the quaint churches and towers. As an avid Harry Potter fan it was really exciting to discover so many places where scenes were filmed – mainly the amazing Christ Church College where you can see Hogwarts Great Hall, Grand Staircase and Dining Hall, but also the cloisters and some of the grounds. And I also learnt that it was exactly in this college that Lewis Carroll wrote one of my favourite books, “Alice in Wonderland”. Lewis Carrol was a Maths teacher and Alice was one of the daughters of the headmaster!

The number of famous people who studied at Oxford University is astonishing – 26 British Prime Ministers; at least 30 international leaders; 50 Noble Prize winners; 120 Olympic medal winners! But there was a British Prime Minister and Nobel Prize winner who didn’t study in Oxford; in fact he was not even a good student in his early days. But he lived in a spectacular palace I had the pleasure to visit – I am talking about Winston Churchill who lived in Blenheim Palace in a picturesque Georgian town called Woodstock about 12 kilometres away from Oxford. Even though I had no time to actually go inside the palace, walking in the grounds and admiring the majestic buildings and the breath-taking sights was well-worth it! Blenheim Palace was the most astounding place I visited during my stay at Oxford.

As the end of the week approached I realised that my “Places to Visit & Things to Do” list was impossible to accomplish. I had managed to go to the Ashmolean Museum (the oldest public museum in the world), the Christ Church and the University Church, the Botanic Gardens, the Castle Quarter and Radcliffe Camera and I had even managed to take a short walk along the canal, go to the covered and open markets and go up Carfax Tower to take some incredible photos of the City, but I ended up not going to Magdalen College or Pitt Rivers Museum (where there is a Genetic Garden with trees that grow tulips and beans) or the Modern Art and Story Museum and neither did I see the Cheshire Cat Tree or the Jabberwock Tree at Christ Church’s amazing park.

I genuinely loved Oxford and I hope I will return again one day!

Thank you Multiway and A.P.P.I. ever so much for providing me with this exceptional opportunity."

Se quiser saber sobre os nossos programas de Cursos de Inglês, visite o nosso site em:

segunda-feira, 20 de março de 2017

Curso de Inglês em Londres – Testemunho

A Rita fez um Curso de 10 semanas de Inglês para preparação ao exame de First Certificate Cambridge em Londres (Wimbledon).


“Já estou de regresso a Portugal, infelizmente, pois foi a melhor experiência da minha vida!!
…o meu feedback é completamente positivo. Foi uma experiência surpreendente, adorei tudo, desde a escola, aos professores, aos amigos, à residência. Não queria deixar de lhe agradecer por toda a ajuda que me deu, e por me ter dado a escolher a melhor escola para onde poderia ter ido.

Nunca conheci tantas pessoas de tantos países distintos, só na minha turma tinha a Lily (Iraniana), Mai (dupla nacionalidade - Tailandesa e Israelita), Clarence (Suiça - parte Francesa), Forian (Suiça - parte Alemã); Wushin (Korea do Sul); Eva (Madrir Espanha), Lucas (Valência, Espanha).

Depois tinha amigos também fora da turma como era o caso da Carolina que é de Jakarta, Indonesia. Basicamente, fiz amigos de todos os cantos do mundo!! Foi fantástico o choque de culturas e poder aprender com eles outros costumes e tradições.
Muito obrigada mais uma vez.”

Rita Raposo

Se quiseres fazer um Curso de Inglês de curta ou longa duração em Londres ou noutra cidade do Reino Unido envia-nos um email:

segunda-feira, 13 de março de 2017

Uma Escola Americana - por Gonçalo Silva

O Gonçalo encontra-se neste momento a viver em Ione, no Oregon e decidiu partilhar um pouco da sua experiência, focando-se acima de tudo no dia-a-dia da escola e no sistema de educação Americano.

"Olá, o meu nome é Gonçalo Silva e durante este ano, estou a fazer o 12º ano através da Multiway, num curso académico no estrangeiro, numa escola americana. Fui colocado no estado de Oregon, numa cidade muito pequena chamada Ione. Estou a exatamente 8371.80 Km de minha casa e estou nesta aventura à 142 dias. Tem sido uma experiência absolutamente fantástica!

Entre as inúmeras coisas que já tive oportunidade de ver, viver e experimentar, a escola é sem dúvida uma daquelas que mais me surpreendeu.

Escola. A palavra que atormenta muitos adolescentes hoje em dia. E eu, como adolescente que sou, não era uma exceção à regra. Tenho que admitir que a escola era o tópico que eu mais receava quando decidi embarcar nesta viagem. Muitas perguntas me surgiram: “Quais é que serão as disciplinas?”, “Como serão os professores?”, “Será que as matérias serão difíceis?”, “E os testes? E os exames? E os TPC’s? E os colegas?”, os “e´s” prologavam-se infinitamente, assim como os “mas”, e os “ses”. Assim que entrei na escola no primeiro dia de aulas, (com o cuidado de usar o pé direito, pois na verdade pensava que precisava de toda a sorte do mundo), todos os meus medos e preocupações se desvaneceram.

Tudo era novo para mim, os corredores, os cacifos, as salas de aulas, o refeitório, tudo era absolutamente igual ao que eu costumava ver nos filmes, desde o campo de football americano, às sandes de manteiga de amendoim com geleia que são servidas na cafetaria. A partir desse dia a minha perspetiva em relação à escola mudou drasticamente.

Os professores são sem dúvida os elementos fundamentais na caracterização deste sistema educativo. Todos eles, sem exceção, são pessoas divertidas que têm gosto em ensinar, fazendo de tudo para que os alunos consigam atingir o sucesso académico.

Falando por experiência própria, desde o dia em que cheguei à escola, todos os meus professores se ofereceram prontamente para me ajudar em qualquer questão que eu tivesse. Mostraram-se disponíveis para gastarem algum tempo mesmo fora do seu horário de trabalho, para me tirar todas as dúvidas e me ajudar em todos os assuntos que eu necessita-se. Além do extremo profissionalismo que demonstram, estão sempre prontos para contar uma piada ou soltar uma gargalhada, por muito importante ou complexa que a disciplina ou matéria seja. Os momentos de aprendizagem são intercalados por momentos de anedotas ou por momentos de histórias de vida, que, por vezes, se adequam bem ao tema que estamos a falar em aula.

Lembro-me que durante a primeira semana de aulas, o meu professor de Calculus ( uma aula de matemática que se ensina normalmente na faculdade), todos os dias investigava curiosidades sobre Portugal e na aula seguinte fazia questão de partilhar o que aprendeu com os todos alunos e comigo. Os assuntos eram dos mais variados, desde o tipo de comida, ao hino de Portugal com legendas em inglês para que todos os alunos pudessem participar.

Outra coisa que me surpreendeu foi o facto dos professores serem o mais transparentes possível com os alunos. Aqui não há segredos.

Estou na escola há cinco meses e posso dizer que já sei mais sobre a vida dos meus professores americanos do que dos meus professores portugueses com quem partilhei a sala de aula durante onze anos. Eles não têm qualquer problema em contar as suas histórias de vida, mesmo que estas não sejam exemplares. Todas as segundas-feiras temos um ritual. Contamos para turma como correu o nosso fim de semana, o que fizemos, o que vimos e até o que comemos. Estas histórias por vezes ocupam grande parte da aula, mas aqui, isso não é importante. Aqui, os alunos são postos à frente de objetivos, de matérias, de metas curriculares. Aqui os alunos são tratados como se fossem parte da família, toda a gente conhece toda a gente.

Aqui, a distinção entre trabalho e diversão consegue ser muito eficiente.

Podemos estar a trabalhar arduamente na aula, mas ao mesmo tempo à hora de almoço estamos a almoçar todos juntos, alunos e professores. Na minha opinião, estes são os fatores que fazem com que as escolas americanas tenham tanto sucesso. Primam pela Comunicação, Trabalho em Equipa e Motivação.

Falando agora um pouco em relação ao sistema propriamente dito, e o que acontece especificamente na minha escola. Tenho quatro dias de aulas, de segunda a quinta, as aulas começam às oito da manhã e terminam às três e meia da tarde. Durante o dia temos sete períodos de aulas, cada um com a duração de cinquenta e cinco minutos. Intervalos de cinco minutos entre aulas e um intervalo para almoço de trinta minutos. No início, tenho que admitir que levei algum tempo a habituar-me aos intervalos tão curtos, especialmente o do almoço, mas depois percebi que de facto não precisamos mais do que cinco minutos para irmos à casa de banho ou para irmos ao cacifo buscar os livros para a próxima aula.

Também sei que tudo isto é possível porque a minha escola tem cerca de oitenta alunos e as salas de aulas além de serem todas no mesmo piso, são todas no mesmo corredor, por isso de facto os cinco minutos chegam.

Quanto à escolha das disciplinas esta é feita pelos alunos, dependendo da área que querem seguir, caso pretendam ingressar na vida académica.

Outro aspeto bastante interessante das escolas americanas é o facto de cada professor ter a sua própria sala de aula e ter completa liberdade para fazer dela o que quer e decorá-la da forma que desejar. Foi algo novo que me fascinou e motivou imediatamente, todas as salas estão decoradas segundo os gostos de cada professor. Desde “banners” e bandeiras das equipas de football americano na sala de aula do coordenador de desportos, aos imensos placards onde as mais brilhantes “quotes” das mais brilhantes mentes da filosofia e literatura são retratadas, na sala da Mrs. Mathieu, a professora de literatura, filosofia, escrita, psicologia e muitas outras disciplinas. Sim, porque na minha escola cada professor lecciona pelo menos seis disciplinas, o que quer dizer que dos sete períodos de aulas que temos por dia, podemos ter o mesmo professor a dar diferentes disciplinas, o que mostra o quão eficiente é este sistema, uma vez que com menos recursos, um maior leque de objetivos consegue ser atingido.

E por falar em Mrs. Mathieu, esta é a professora que todos os dias tem disponível na sua aula “candies” dos mais derivados tipos para os alunos, assim como creme hidratante com fragrância de pinheiro de natal, pois segundo ela diz “uma vez que vocês escrevem tanto as mãos precisam de estar hidratadas”; um episódio que me marcou bastante nesta época natalícia.

Todas as pessoas na escola levam o natal muito a serio, e uma vez mais os professores não são exceção. 

Este natal, enquanto os alunos trabalhavam, os professores colocavam músicas de natal, para que, segundo eles, sentíssemos o espírito natalício. Os tópicos das matérias começaram a ser sobre o natal, (como por exemplo na aula de agricultura, começamos a falar sobre os pinheiros de natal), os filmes eram sobre o natal e até os testes eram baseados em episódios natalícios, como por exemplo, um “quiz” que fizemos em história, sobre os filmes natalícios da Disney… Conseguem encontrar alguma analogia com a disciplina de história? Eu também não, mas não deixou de ser divertido.

Felizmente, o natal não é a única época festiva nas escolas americanas, na verdade tudo parece ser uma boa razão para criar novas atividades e para fugir um pouco à melancolia dos livros e cadernos. Desde que entrei nesta escola, não há quinzena que passe sem que ouça o intercomunicador a anunciar uma atividade nova.

Quatro semanas após a escola começar, tivemos a semana do “Homecoming”. Esta foi sem dúvida uma das melhores semanas que vivi aqui até agora. Durante uma semana, todos os dias, sem exceção, fizemos das mais variadas atividades durante o dia de escola, como os “dress-up days”, “Senior day”, “America Day”, “Favourite Team day” e “Cardinal Pride Day”.

Durante estes dias, tínhamos que ir para a escola vestidos de acordo com o tema em vigor. Foi uma experiência fantástica. No final do dia ainda tínhamos tempo para algumas atividades, como a “troca de desportos”, onde as raparigas jogavam football americano , e como a igualdade de sexos é algo a tomar em conta, os rapazes tiveram que jogar voleyball. Foi talvez uma das noites mais divertidas! Tivemos ainda outras atividades, como “Mud Wars”, onde todos os alunos fazem equipas e o desafio é ver qual das equipas tem mais força para puxar uma corda até à sua área de jogo, eliminando assim a outra equipa, parece fácil certo? Mas o problema é que este desafio é feito num poço de lama.

Outra atividade foi o “Homecoming Football Game”, no fim do jogo um dos jogadores é eleito o rei do homecoming, e qual não foi o meu espanto, quando percebi que tinha sido o escolhido, foi algo sem dúvida fantástico. E para terminar a semana em beleza, uma “high School dance”, ou um “Baby Prom” como toda a gente gosta de chamar. A dança foi espetacular e eu até tive oportunidade de ser o DJ.

Acho que deixei bastante explícito, que tédio é coisa que não existe nas escolas americanas, estão sempre a acontecer coisas novas, e o tempo para descansar é escasso.

Desporto. Desporto, é na verdade levado muito a sério nos Estados Unidos.

Todos os dias depois da escola os alunos têm treino durante duas horas. Os desportos não são obrigatórios, mas a sua prática é bastante incentivada. 99% dos alunos da escola praticam desporto. Temos jogos todos os fins de semana e por isso viajamos muitas vezes juntos nos grandes autocarros amarelos. A prática de desportos permite uma maior socialização, logo, arrisco-me mesmo a dizer que é a melhor forma de fazer amigos, para além disso, e não menos importante, o desporto é a única opção para não ver aumentar uns números na balança, pois a comida Americana não perdoa!

Os desportos estão divididos em três épocas, e as opções são bastante variadas. Uma vez que esta escola é pequena comparada com a generalidade, não temos muitas opções, mas mesmo assim são bastantes, comparadas com o que há em Portugal.

Na primeira época pratiquei football Americano, e fiquei completamente apaixonado. É neste momento um dos meus desportos favoritos. Os treinos eram muito exigentes e difíceis, é verdade, mas só custa a primeira semana, e tal como os lusitanos costumam dizer, “primeiro estranha-se, mas depois entranha-se”, e de facto entranhou-se bastante em mim e foi muito difícil ter de deixar de jogar quando a época acabou.

Agora é a vez da época de basketball, tenho que admitir, não gosto tanto como de football, embora as práticas sejam muito mais fáceis. Mas tem uma vantagem, temos muito mais jogos, o que é ótimo, uma vez que os jogos são os momentos em que temos a oportunidade de socializar com diferentes escolas e consequentemente com diferentes pessoas. Os desportos são sem dúvida algo indispensável e que está a tornar esta experiência ainda mais fantástica.

Concluindo, posso dizer, que aqui aprendi a gostar da escola. Não quero dizer que o sistema educativo português seja horrível, de todo, pois foi devido à exigência do sistema português, que estou a conseguir enfrentar e superar todos os desafios que me são propostos com muita facilidade e sucesso.

Todos os professores elogiam o meu trabalho e por vezes até referem que supera as suas expectativas, sou conhecido como Mr. PowerPoint, uma vez que tento sempre apresentar PowerPoint’s para demonstrar o que aprendi com a pesquisa pedida. E este esforço só me é reconhecido devido ao modo como estou habituado a trabalhar em Portugal, e só tenho que estar muito grato por isso. No entanto há alguns aspetos que se fossem alterados beneficiariam bastante o nosso sistema de ensino, o que consequentemente resultaria ainda em melhores resultados escolares.

Deste modo, o único conselho que posso dar para se ter sucesso na escola Americana é, fazer todos os trabalhos de casa, porque aqui tudo o que fazemos é contado a rigor. Prestar atenção nos momentos sérios que existem nas aulas, não ter receio de procurar ajuda para tirar dúvidas ou resolver os problemas, e mais importante que tudo, sermos nós mesmos!

Todas as perguntas que me atormentavam antes de embarcar nesta aventura e que me levaram a questionar o porque de eu estar a pensar em ir para outro continente durante um ano, mesmo sabendo que ia ser uma mudança drástica e que ia sair da minha zona de conforto para mergulhar de cabeça no desconhecido, desvaneceram-se completamente no primeiro dia de escola.

Tem sido uma experiência única, inigualável e inesquecível que aconselho a TODA a gente.

Sei que vou enriquecer muito pessoalmente, que me vai ajudar a crescer imensamente e que certamente vai ser muito importante para o meu futuro.

Uma experiência única na vida! Vai ser muito difícil voltar para Portugal …


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Testemunho da Joana num Curso de Alemão em Munique

A Joana Soares passou duas semanas de férias a fazer um Curso intensivo de Alemão em Munique e gostou tanto da experiencia que já vai repetir mais 2 semanas brevemente!

 “Em 2016, decidi tirar duas semanas de férias para aprender uma língua nova e descobri que a melhor forma de relaxar é “aprender”. Era a primeira vez que ia tirar férias com um misto de lazer e formação e estava nervosa por ir sozinha. Logo no primeiro dia, os meus medos dissiparam-se. As aulas de A1 eram perfeitas para novos alunos e o nível de aprendizagem foi surpreendente. Em duas semanas, já percebia a maior parte das coisas quando falava com alguém e conseguia ler textos simples. Voltei para a minha cidade natal, Lisboa, com amigos para a vida, uma língua nova e um novo objetivo: voltar a fazer tudo de novo.”

“Na Multiway o acompanhamento dos alunos é contínuo e de excelência. Desde do momento em que somos apenas curiosos até ao momento em terminamos o curso sentimo-nos acompanhados e ficamos com todas as dúvidas respondidas. As escolas parceiras são excelentes e os professores têm um excelente nível de formação. Recomendo vivamente e irei escolher sempre a Multiway para fazer cursos no estrangeiro.”


Se quiseres também fazer um Curso de Línguas no estrangeiro fala connosco: