segunda-feira, 4 de setembro de 2017

“Educar bem é saber dizer não aos filhos”

A psicóloga brasileira, de 67 anos, há muito que se tornou numa referência em relações familiares. Afirma que a obsessão dos pais ao quererem que os filhos tenham tudo e sejam felizes é o maior erro de quem hoje educa uma criança.

Retirado da revista Sábado de 24 de Agosto de 2017
Por: Sónia Bento


Quando vai a escolas dar palestras, Rosely Sayão é “bombardeada” com os mais diversos dilemas de pais, seja com filhos bebés ou universitários. Para a psicóloga, o principal problema de quem educa uma criança é limitar o seu desenvolvimento com a superproteção. “Estamos a criar filhos absolutamente dependentes”, afirma a paulista, autora do livro Educação Sem Blá Blá Blá, uma compilação de textos publicados no jornal Folha de São Paulo, onde escreveu durante mais de duas décadas. Agora, é colunista da revista Veja. Com uma filha de 42 anos, e um filho de 38, Rosely entende que, como mãe, fez o melhor que podia. O que, para ela, é o que todos os pais devem pensar: “Faço o melhor que posso”. Dizer “não” sempre que for necessário é fundamental porque, como diz, “quem acha que o filho não quer autoridade, engana-se”.

Qual é a principal preocupação/angústia dos pais?
Na primeira infância, os pais preocupam-se muito com questões como a idade normal para tirar fraldas, começar a falar ou a andar. Eles esperam que o filho seja absolutamente normal ou até sobredotado. Preocupam-se também com a escolha da escola, com a alimentação e principalmente com as birras. E para minha surpresa sou chamada também para falar com pais de caloiros universitários.

Esses pais querem saber o quê?
Querem saber porque é que têm de acordar o filho para que não chegue atrasado, levá-lo à universidade porque ele não quer ir de transportes, controlar os trabalhos que tem de entregar, etc. Enfim, criaram filhos absolutamente dependentes e, de repente, só porque estão no ensino superior, querem que eles resolvam tudo sozinhos.

É por isso que diz que os adultos têm tornado a paternidade mais complicada nas últimas décadas?
Os pais têm tornado complicadas as coisas mais simples. Por exemplo, contrariar a criança – isso é dramático para os pais. Por outro lado, simplificam questões bastante complexas, relativizam queixas. Refere-se principalmente a problemas de saúde mental. Não sei como é em Portugal, mas no Brasil há muitas crianças – de classe média, que têm tudo e que estudam em boas escolas – que se suicidam. As questões de saúde mental têm sido relativizadas. É preciso conhecer bem os filhos.

Acha que os pais não conhecem bem os filhos?
Hoje a proximidade entre pais e filhos é intensa, mas não se conhecem de facto. Optam por monólogos em vez de diálogos. Só ouvem o que os miúdos pedem.

Como explica isso?
Os pais são imaturos. Olham em primeiro lugar para si e o filho é fruto de um desejo. Tem sido difícil para eles verem os filhos como pessoas. Vivemos numa época de pouca maturidade, de uma vida adulta muito infantilizada.

“Hoje os pais são o GPS dos filhos, quando devem ser uma bússola, dar o norte, para que eles possam fazer as suas escolhas”

Porque é que diz que é muito importante, e tão difícil para os pais, dizer “não”?
Os pais querem satisfazer os filhos plenamente, que eles sejam felizes, mas a felicidade é algo que a própria pessoa deve procurar para si. Satisfação imediata e prazer não é felicidade. Mas, para os pais, ver a cara contente do filho é uma prioridade. E como dizer “não” gera descontentamento, os pais acham que a criança vai ficar infeliz e não suportam isso.

Eles têm receio que os filhos lhes cobrem isso no futuro?
A cobrança virá de forma diferente porque nunca sabemos quando estamos a acertar ou a errar. Só conseguimos ver quando os filhos chegam a adultos. Quando os pais são mais companheiros e mais amigos, abstêm-se do papel de pai e de mãe, por isso é que muitos estudiosos dizem que estamos a criar gerações de órfãos. O processo educativo é um embate, e quem pensa que o filho não quer autoridade, engana-se.

As mães são mais exageradas na proteção?
Sim. Tradicionalmente, as mães sempre se ocuparam mais com os filhos. Lembro-me do caso de um adolescente que todas as semanas se esquecia da camisola para jogar futebol ou dos cadernos, e a mãe largava tudo para lhe ir levar as coisas à escola. Hoje, esse rapaz não consegue ficar em nenhum emprego porque não admite chamadas de atenção de um chefe, por exemplo. Ou seja, ao protegermos demasiado, subestimamos as capacidades das crianças, atrapalhamos o seu desenvolvimento e mais tarde elas não vão ser capazes.

O que quer dizer com “educar é apresentar a vida e não dizer como viver”?
Hoje, os pais têm um comportamento GPS, ou seja, dizem, faça isso e não faça aquilo, e quando o jovem se vê sozinho, perde o GPS. Os pais têm de ser uma bússola, dar o Norte, porque quem consegue identificar o Norte sabe localizar as outras direções e fazer as suas escolhas. A vida dos pais tem sido mais dizer como viver do que apresentar a vida. E aqui entra outra vez o “não”. Os pais tentam promover uma vida para os filhos sem contrariedades, mas é a partir das contrariedades que as crianças constroem a resiliência. Os adolescentes são pouco resilientes às adversidades e aos próprios erros.

“Os filhos hoje dependem dos pais para tudo, até para brincar. As crianças têm de ter infância e não agendas”.

Para que nada falte na formação dos filhos, muitos pais inscrevem-nos em diversas atividades. O que acha disso?
Acima de tudo, rouba-lhes tempo para eles estarem sem fazer nada, em off. É preciso ficar sem fazer nada para se conhecer melhor, ouvir-se, refletir no que se gosta e no que se quer fazer. Os filhos hoje dependem dos pais para tudo, até para brincar. As crianças têm de ter infância e não agendas de adulto. É que cada vez que saltamos uma etapa ela volta mais tarde, não sabemos quando mas volta. Por isso é que temos crianças “adultizadas” e adultos infantilizados. É preciso acertar esse passo.

Acha que ter a agenda condicionada pelos filhos faz com que os pais sintam que estão a cumprir a sua função?
Claro. Convence-os que estão a promover a formação para o futuro das crianças. Mas esse futuro será totalmente diferente daquilo que conhecemos hoje. Temos de formar mais nas questões humanas do que nas instrumentais. Os pais tornaram-se administradores da vida dos filhos e quanto mais correm mais ficam com a sensação de que estão a exercer bem o seu papel. Mas é o oposto. Estar com os filhos sem fazer nada, sem ficar preso ao telemóvel, é o que cria vínculos, diálogos e laços importantes.

Os pais devem impor tarefas domésticas mesmo que isso não agrade aos miúdos?
Se não for assim, formamos uma geração desabilitada para a vida. Eles não querem, mas é preciso aprender que há muita coisa que não queremos, mas temos de fazer. Isso é ensinar o que é a vida. Costumo dizer que um jovem ganha maturidade quando aprende a pensar e a conjugar os três conceitos: quero, posso e devo.

Quando as crianças fazem perguntas sobre sexo, o que se deve responder?
Nós perdemos a noção do que é uma criança. Quando explicamos as coisas com detalhes do mundo adulto, isso vai pesar muito à criança. Numa palestra, uma mãe contou-me que estava a assistir a uma cena erótica numa novela e o filho, de 9 anos, perguntou-lhe se ela e o pai também faziam aquilo. Ela respondeu que sim. O miúdo ficou apavorado, passou a ter pesadelos e acordava a chorar a meio da noite. Eu disse que ela não podia ter dito aquilo. Tinha de dizer qualquer coisa como: “A minha vida e a do seu pai quando estamos sozinhos, não é da sua conta”.

E porque é que há tanta dificuldade em dizer isso?
Porque têm medo, quando isso, afinal, ajuda o filho a encontrar o seu lugar dentro da família. O facto de os adolescentes aprenderem por eles próprios responsabiliza-os quanto à sua sexualidade. Há muitos pais que me dizem que os pais deles não lhes falaram de sexo e por isso eles acham que devem explicar tudo. Eu digo-lhes sempre: “E vocês não sobreviveram, não exercem a sexualidade? Por que é que acham que os vossos filhos não vão ser capazes de descobrir o sexo sozinhos?”.

Como lidar com a obsessão dos miúdos com as redes sociais?
Os pais estão colocando os filhos nas redes sociais muito cedo e não supervisionam. Aí, onde é preciso, os pais deixam-nos à solta, não dão proteção. Aqui no Brasil, uma menina de 7 anos tem um canal no Youtube que se chama “Coisa de Mulher”. Veja só isso! Expor uma criança ao mundo virtual, sem que ela tenha condições de o enfrentar, é uma irresponsabilidade. Costumo dizer aos pais que a Internet é uma praça pública e se não largamos uma criança sozinha na praça pública então porque a largamos na Internet? É um risco imprevisível, mas que terá consequências. Há muitas adolescentes que tiram fotos íntimas, mandam para o namorado, um namoro que vai durar dias ou semanas, e quando terminam ele espalha as imagens. Aí é um grande problema.

O que fazer quando o telemóvel é mais importante que tudo?
O problema é que os pais também não largam o telemóvel. Então, primeiro, tem de se criar regras para os adultos. Estar em casa deve significar estar presente. As crianças têm de perceber que são importantes para os pais, de facto e não só no discurso. Quando se chega a casa, o ideal é desligar os telemóveis e estar em família, seja para não fazer nada, conversar, discutir, enfim tudo o que acontece numa família.

Até que ponto é que os pais se devem meter na vida escolar dos filhos, quando eles se queixam de que são vítimas de um colega ou dos professores?
Deve-se encorajar o filho a que seja ele a resolver os seus problemas, se for necessário orientá-lo, mas é importante que seja ele a resolver. A escola é a primeira batalha que as crianças devem aprender a enfrentar sozinhas.


“Estar com os filhos sem fazer nada, sem ficar preso ao telemóvel, é o que cria vínculos e laços importantes”

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Um sonho tornado realidade - GAP Year numa Universidade Americana


Ir estudar para fora sempre foi um sonho para mim, e graças a Multiway é um sonho que vai passar a ser uma realidade pelo menos durante um ano!!

Tomar esta decisão não foi de todo fácil, porque primeiro não dependia só de mim, tinha que ter autorização dos meus pais e depois disso tinha que psicologicamente preparar-me para deixar tudo o que eu conheço e partir para um sítio completamente diferente sozinha, mas com esforço tudo acontece, e pronto, aqui estou eu quase a partir para o meu primeiro ano de faculdade nos Estados Unidos!!


Missouri Valley College, a escolha da Mariana para o seu Gap Year


Tudo começou com a ideia de fazer o 12º ano nos EUA mas depois os meus pais acharam que eu devia terminar o secundário cá, portanto a Multiway deu-nos a opção de "Go Campus" que basicamente e o mesmo programa que eles têm para o high school mas para a faculdade!! Estou extremamente nervosa, mas estou mesmo feliz por isto estar a acontecer, porque sempre senti que havia algo lá fora a minha espera, e eu espero encontrar esse algo, se não for agora, há de ser um dia, mas sinto que o meu caminho e mesmo ir e ter experiências novas, conhecer pessoas novas, basicamente aproveitar tudo o que esta oportunidade têm para dar !! Óbvio que tenho alguns receios mas quanto mais penso nos aspetos positivos e na vontade que tenho de ir esses receios começam a desaparecer!! Ainda não cheguei lá, ainda não vivi nada desta experiência, só passei pela parte chata das burocracias, mas aconselho a toda a gente a viver isto se tiverem oportunidade para tal!! É um sentimento de excitação que não dá para explicar, mas e um sentimento bom!!


As excelentes condições desportivas que a Universidade oferece!


Beijinhos,
Mariana Malta



segunda-feira, 19 de junho de 2017

Um ano de pura felicidade nos Estados Unidos - Au Pair

Mais um artigo sobre a MultiWay no blog da Gap Year Portugal.

Desta vez, entrevista à nossa Ex-Au Pair Carlota Napierala!



“Foi uma experiência magnífica tanto a nível pessoal como profissional e nunca me esquecerei de todos os momentos que me foram proporcionados. Desde o momento que acabei o secundário, não conseguia parar de pensar na minha ida para os Estados Unidos da América. Passei o verão inteiro a trabalhar como baby-sitter e duas semanas foi o tempo que tive para estar com a família e amigos antes de partir para esta aventura.”


Para leres a entrevista na íntegra, clica aqui.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

A Tua Experiência no Estrangeiro

A “Mais Educativa”, durante a passada Feira Futurália, fez uma visita ao stand da MultiWay onde entrevistou duas estudantes que fizeram programas diferentes no estrangeiro (neste caso ambos nos EUA): A Ana Santos fez um ano académico no Iowa e a Carlota Napierala que fez um programa Au Pair (cuidar de crianças) na Virgínia.
Leiam as estrevistas no site da “Mais Educativa” e para mais informações sobre estes ou outros programas no estrangeiro enviem-nos um email: info@multiway.org




quarta-feira, 12 de abril de 2017

Reportagem FORUM ESTUDANTE da MultiWay na Futurália 2017

COmo acontece todos os anos, a MultiWay esteve presente na Futurália e a Forum Estudante fez-nos uma visita ao nosso stand e publicou uma reportagem:


Um espaço para ajudar os jovens "a descobrir do que são capazes"
  
No stand da Multiway, na Futurália, os visitantes podem ficar a conhecer diversas opções para estudar no estrangeiro. Para o Diretor da Multiway, António Valadas, uma experiência multicultural é fundamental para que um jovem passa "sair da zona de conforto, ser posto à prova e descobrir do que é capaz".



O espaço da Multiway está dividido em vários balcões de atendimento. Em cada um, o visitante pode obter informação especializada sobre um dos programas. Cursos de línguas no estrangeiro, programas de estágio, au pair ou de ano académico são apenas alguns dos exemplos. "Oferecemos um leque muito variado de opções", explica António Valadas.



Para o diretor da Multiway, a "oferta principal" é o Curso Académico - modalidade que consiste num ano de estudos, ao nível do Ensino Secundário, nos Estados Unidos da América. Muitas vezes, acrescenta, as principais dúvidas dos estudantes prendem-se com a autorização dos pais. Independentemente das reticências dos encarregados de educação, à partida, depois de os filhos participarem nos programas, os mesmos "acabam por recomendar a toda a gente".



Em comum, as ofertas da Multiway possibilitam "experiências interculturais de média ou longa duração", salienta António Valadas que acrescenta: "isso é uma enorme mais-valia para o mercado de trabalho atual, ao permitir adquirir competências transversais - a licenciatura é apenas o primeiro passo".




Ao longo dos últimos anos, o diretor da Multiway tem denotado uma mudança na mentalidade dos jovens. "Há uma maior consciência do que é o mercado de trabalho", destaca. Da mesma forma, António Valadas espera que os jovens procurem, cada vez mais, as experiências desafiantes. "Os jovens têm de sair da zona de conforto para serem postos à prova e descobrir do que são capazes", conclui.

Um obrigado à Forum Estudante pela visita e reportagem!

http://www.forum.pt/


quinta-feira, 6 de abril de 2017

Curso de Inglês em Oxford - testemunho

Marisa Rocha, professora de Inglês, ganhou no passado o Concurso realizado pela APPI (Associação Portuguesa de Professores de Inglês) e a MultiWay  e  por isso recebeu uma bolsa de uma semana de Curso de Inglês  alojamento e viagem em Oxford. Deixamos nas linhas abaixo oseu testemunho:


"As soon as I found out about a contest promoted by Multiway and APPI, I decided to grab the challenge. After all, the topic – 21st Century Skills in E.L.T. - was both important and familiar. Winning the prize was extremely uplifting and I started dreaming about my trip to Oxford straight away!


All the little doubts that had nagged me for some time before my departure quickly died out when I was picked up at Gatwick airport: flying unaccompanied for the first time was not that bad, the taxi driver was already there for me and we had a lively chat all the way to Oxford and the sun was shining.

When I got to my host family’s home I was welcomed with open arms by my 3 colleagues who came from Hungary, Bulgaria and Poland. Now I was just another foreign teacher and I felt like I really had to represent my country as well as I could.



The next day it was time to go to Lake School and start the course. Walking briskly towards the city along with all the little kids and teenagers who were heading to their schools made me feel like a proper student! In my class there were students from Finland, Sweden, Hungary, Slovakia, Poland and of course, Portugal – all women! It didn’t take me long to realise how nice and friendly my class was. The same applies to our teacher who was energetic, well-organized, and sociable and had a great sense of humour.

Throughout the week we had twenty-one hours of lessons in which we covered a wide range of topics, such as stereotypes, regionalism, everyday expressions, new words, Multiculturalism, collocations, phrasal verbs and idioms, the British educational system, to name but a few. We also had four hours of guided tours of Oxford.

Oxford is beautifully concentrated, so everywhere you look you are sure to see mesmerising beauty! And there is always so much going on – literature, art, music, history, the lot! I used all the little free time I had making sure I would complete my “Places to Visit & Things to Do” list. I started with a quick visit to Saint Giles Fair, right at the heart of the City – lots of crazy rides, candy-floss, multicultural food stalls, loud music and loads of noisy teenagers. So, not different from anywhere else in the world!

After something like that, only a trip to a nice pub would do the trick, and there are so many outstanding ones around! The Eagle and Child, for example, is filled with history. In fact, that is where the literary group “The Inklings”, of whom the most famous were Tolkien (Lord of the Rings, The Hobbit) and C.S. Lewis (Chronicles of Narnia, Lion Witch & Wardrobe) met, ate and drank and exchanged ideas. There is also The Turf Tavern, a historic and mysterious pub from the 13th century, where lots of University students meet and where apparently Bill Clinton was seen in his early days inhaling illegal substances! The Turf is also well-known because of a former Australian Prime Minister who drank a yard glass of beer in 11 seconds, setting a Guinness World Record there. But there are many other pubs full of character and packed with stories and tales – The Lamb & Flag which appeared frequently in the popular detective series Inspector Morse; the Bear which is claimed to be the oldest pub in Oxford; The Checkers and its typical decoration, comfy sofas and excellent food; The Crown, which used to be visited by Shakespeare when he stopped in Oxford on his way to London.

The weather was on my side all week, so walking around all the tiny alleys and back roads was a priority. I wanted to see everything – the magnificent buildings, the superb colleges with their incredibly beautiful gardens, the libraries and museums, the typical shops and restaurants, the quaint churches and towers. As an avid Harry Potter fan it was really exciting to discover so many places where scenes were filmed – mainly the amazing Christ Church College where you can see Hogwarts Great Hall, Grand Staircase and Dining Hall, but also the cloisters and some of the grounds. And I also learnt that it was exactly in this college that Lewis Carroll wrote one of my favourite books, “Alice in Wonderland”. Lewis Carrol was a Maths teacher and Alice was one of the daughters of the headmaster!

The number of famous people who studied at Oxford University is astonishing – 26 British Prime Ministers; at least 30 international leaders; 50 Noble Prize winners; 120 Olympic medal winners! But there was a British Prime Minister and Nobel Prize winner who didn’t study in Oxford; in fact he was not even a good student in his early days. But he lived in a spectacular palace I had the pleasure to visit – I am talking about Winston Churchill who lived in Blenheim Palace in a picturesque Georgian town called Woodstock about 12 kilometres away from Oxford. Even though I had no time to actually go inside the palace, walking in the grounds and admiring the majestic buildings and the breath-taking sights was well-worth it! Blenheim Palace was the most astounding place I visited during my stay at Oxford.



As the end of the week approached I realised that my “Places to Visit & Things to Do” list was impossible to accomplish. I had managed to go to the Ashmolean Museum (the oldest public museum in the world), the Christ Church and the University Church, the Botanic Gardens, the Castle Quarter and Radcliffe Camera and I had even managed to take a short walk along the canal, go to the covered and open markets and go up Carfax Tower to take some incredible photos of the City, but I ended up not going to Magdalen College or Pitt Rivers Museum (where there is a Genetic Garden with trees that grow tulips and beans) or the Modern Art and Story Museum and neither did I see the Cheshire Cat Tree or the Jabberwock Tree at Christ Church’s amazing park.

I genuinely loved Oxford and I hope I will return again one day!

Thank you Multiway and A.P.P.I. ever so much for providing me with this exceptional opportunity."

Se quiser saber sobre os nossos programas de Cursos de Inglês, visite o nosso site em: www.multiway.org


segunda-feira, 20 de março de 2017

Curso de Inglês em Londres – Testemunho

A Rita fez um Curso de 10 semanas de Inglês para preparação ao exame de First Certificate Cambridge em Londres (Wimbledon).

  

“Já estou de regresso a Portugal, infelizmente, pois foi a melhor experiência da minha vida!!
…o meu feedback é completamente positivo. Foi uma experiência surpreendente, adorei tudo, desde a escola, aos professores, aos amigos, à residência. Não queria deixar de lhe agradecer por toda a ajuda que me deu, e por me ter dado a escolher a melhor escola para onde poderia ter ido.



Nunca conheci tantas pessoas de tantos países distintos, só na minha turma tinha a Lily (Iraniana), Mai (dupla nacionalidade - Tailandesa e Israelita), Clarence (Suiça - parte Francesa), Forian (Suiça - parte Alemã); Wushin (Korea do Sul); Eva (Madrir Espanha), Lucas (Valência, Espanha).

Depois tinha amigos também fora da turma como era o caso da Carolina que é de Jakarta, Indonesia. Basicamente, fiz amigos de todos os cantos do mundo!! Foi fantástico o choque de culturas e poder aprender com eles outros costumes e tradições.
Muito obrigada mais uma vez.”


Rita Raposo




Se quiseres fazer um Curso de Inglês de curta ou longa duração em Londres ou noutra cidade do Reino Unido envia-nos um email: info@multiway.org